Presente da Aly

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Íris Pereira

Meu casal de nuvens


     Terça feira, 10 de janeiro de 2011,
  Estou   deitada de costa na areia alva e quente, sobre a cabeça um pequeno travesseiro, a sombra de um guarda sol não me deixa totalmente exposta ao sol, tenho os olhos protegidos por lentes escuras, estou afastada do grupo de amigos, isolei-me com a licença deles pois queria observar o mar, bem quieta e sem movimentação.
     Olhando o horizonte meus olhos foram subindo lentamente, não acreditava no que estava vendo, eu podia observar um casal se beijando e era tão perfeito que parecia um casal do século passado, seus trajes assim indicavam, os cabelos da jovem trançados em um trançado perfeito terminando belo penteado soltando cachinhos, seu rosto esboçava um sorriso malicioso enquanto o jovem vestido com calças de pernas justas presas por cumpridas botas e sua camisas de mangas cumpridas acabava com um babado terminando nas mãos, seus cabelos eram cacheados e usava um chapéu de um material muito luxuoso, era um bonito casal. Levantei meus óculos para ter a certeza que estava vendo mesmo aquela figura, não por ser um casal, mas por ser algo diferente de ursinhos, cachorrinhos, jacarés ou outros animais, pois desde pequena era só o que eu conseguia formar com as nuvens, fiquei olhando com olhos bem abertos e sem perder um só movimento do casal que tão alto estavam mas eu conseguia entender toda suas intenções, a mão do jovem por baixo do pesado vestido conseguia deixar a moça com olhos fechados de tanto prazer e ele com destreza com a outra mão a segurava firme pela cintura puxando a para juntar-se mais ainda naquele abraço, eu não podia ver onde estava naquela momento sua mão mas conseguia imaginar o que ela fazia, pois ele tinha naquele momento uma expressão de prazer e ela deixava sua cabeça encostar sobre seu ombro como que sufocando gemidos de uma imensa satisfação. Eu torcia para que o vento não soprasse forte por lá, mas foi em vão o vestido começava desmanchar e seus cabelos lindo já estavam soltos, seu rosto já não havia expressão, os braços do jovem agora longos só encostavam na barra da saia, ela ia subindo e ele cada vez se afastava mais de sua amante. O vento foi forte e desmanchou sem piedade o lindo casal e lá estava no céu cheio de nuvens novamente um elefante, um jacaré e outros tantos animais que era o que sempre formava com as nuvens brancas e leves. Voltei a deitar minha cabeça no travesseiro e fechei os olhos dando continuidade em pensamentos o que o casal ainda poderia praticar...
   Íris Pereira

4 comentários:

Iris Pereira disse...

Dedico este texto aos amigos Lupin, Domingos, Luiz Lisboa e Cezar Mouzinho, cada um saberá o porque do oferecimento e se forem capazes compreenderem a oferta podem comentar. Surpreendam-me
Íris Pereira

Valdir Nazareth disse...

Íris eu diria que você vive com a cabeça nas nuvens, mas pensar assim não me passou pela cabeça...
Mas cindo de você tudo é esperado.
Te adoro
Mirandinha Nazareth

Luiz Lisboa disse...

Iris minha amiga:não sou tão poeta assim mas serei eternamente grato.vc é que é uma bela fonte de inspiração,vendo seus textos vc é mais que uma nuvem de algodão doce.
Um abraço.

Arcoiris No Horizonte disse...

Ho Luiz meu poeta invisível, ser inspiração para qualquer coisa que seja do bem já é um privilégio, agora imagine para poemas.
obrigada pelo carinho que tem por mim, garanto-lhe que é recíproco e verdadeiro.
Você é simplesmente verdadeiro
Tenha uma tarde linda
Íris Pereira

Sobre a Autora

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Ribeirão Preto, SP, Brazil
3 partes de uma mulher: Maria da qual escrevo seu passado, seus sentimentos e suas verdades. Irismar já sem a Maria, companheira, amante, irmã, mãe, avó, sogra e amiga. Finalmente Iris a parte que reflete sobre as duas e tenta escrever o que descobre entender destas duas mulheres que são tão diferentes.

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